Quem pesquisa “sistema de fisioterapia com anamnese personalizável” quase nunca quer só um prontuário digital. Quer resolver uma frustração específica: ficar preso a uma ficha genérica — cheia de campos que você nunca preenche e sem os campos que a sua especialidade exige.
A fisioterapia pélvica precisa de histórico obstétrico e urinário. A neurológica precisa de tônus, Ashworth e função cognitiva. A traumato precisa de testes especiais e mecanismo de lesão. Uma ficha única para todas elas ou sobra campo inútil, ou falta o que importa.
A pergunta honesta, então, não é “esse sistema tem anamnese?” — quase todos têm. É: dá para montar a MINHA ficha? E, do outro lado: até onde vai essa personalização antes de virar promessa de marketing? Este guia responde os dois lados.
O que “personalizável” quer dizer de verdade
A palavra é usada para coisas bem diferentes. Vale separar os níveis antes de comparar qualquer sistema:
- Modelos prontos fixos — o sistema oferece algumas fichas, mas você não muda os campos. Útil, mas não é personalização.
- Edição de campos — você adiciona, remove e reordena campos de um modelo. Aqui começa a personalização real.
- Construção do zero — você cria uma ficha inteira da estaca zero, com os tipos de campo que quiser.
- Múltiplos modelos — você mantém várias fichas diferentes e escolhe qual usar em cada caso.
- Lógica condicional — campos que aparecem conforme a resposta (“se marcou sim, mostre estes campos”).
A maioria dos sistemas para no nível 1 ou 2. O que o fisioterapeuta de fato quer costuma ser o 3 e o 4 — construir do zero e ter um modelo por especialidade. É exatamente aí que o Clinvo opera.
O que dá para customizar no Clinvo
No plano Profissional ou superior, a anamnese e a evolução deixam de ser uma ficha fixa e passam a ser modelos que você controla:
- Campos próprios: adicione, remova e reordene os campos. A ficha tem só o que você usa, na ordem em que você avalia.
- 13 tipos de campo: texto curto e longo, escolha única, escolha múltipla, escala, tabela, lista, sim/não, data, número e outros. Cada campo é configurado por você.
- Escalas clínicas de verdade: dor 0–10, Ashworth para tônus, força 0–5 (Oxford), Fitzpatrick na estética. Você define rótulos e valores — não fica preso a uma escala única.
- Tabelas: monte, por exemplo, uma tabela de goniometria por movimento (flexão, extensão, abdução…) em vez de digitar tudo num campo de texto solto.
- Um modelo por especialidade: tenha quantas fichas quiser e escolha qual usar em cada atendimento. A traumato com seus testes, a neuro com Ashworth e Oxford, a pélvica com o histórico que ela pede.
- Modelos prontos para acelerar: o Clinvo já vem com fichas de Traumato-Ortopédica, Neurológica, Obstétrica, Quiropraxia e Estética. Use como estão, duplique para adaptar ao seu jeito, ou comece do zero.
- Evolução também personalizável: o mesmo construtor vale para a evolução de cada sessão. E dá para vincular um modelo de evolução a um serviço, então ao registrar a evolução daquele atendimento a ficha certa já vem pré-selecionada.
Dois detalhes que costumam passar batido, mas mudam tudo na prática:
- Nada muda para quem já usa. O recurso é opt-in: enquanto você não ativa, a ficha padrão SOAP continua igual. Ninguém é forçado a migrar.
- Editar o modelo não reescreve o passado. A estrutura da ficha é congelada no momento do preenchimento. Se você melhorar o modelo daqui a três meses, as fichas já registradas permanecem como foram preenchidas — o histórico do paciente fica íntegro.
O que ainda NÃO dá — para ser honesto
Personalização total não é “tudo”. Para você não comprar esperando o que não existe ainda:
- Lógica condicional construída por você (“se respondeu sim, mostrar estes campos”): o motor da ficha suporta campos condicionais, e alguns modelos prontos usam isso — mas o construtor visual ainda não deixa você criar essas regras sozinho. Você monta a ficha por seções e campos, não por árvore de decisão.
- Mapa corporal com desenho (marcar a dor no boneco): está fora do escopo atual.
- Autopreenchimento pelo paciente antes da consulta: a ficha é preenchida pelo fisioterapeuta durante o atendimento — no computador ou no celular (o Clinvo é instalável como app via navegador, sem loja de aplicativos). Não há, por ora, formulário de pré-consulta enviado ao paciente.
Se a sua necessidade for justamente um desses três pontos, melhor saber agora. Para a esmagadora maioria — campos próprios, escalas, tabelas e um modelo por especialidade — o Clinvo entrega.
Como começar
- Garanta que está no plano Profissional ou Clínica (a personalização é um recurso desses planos).
- Vá em Configurações › Fichas de Avaliação e ative o recurso.
- Escolha um modelo pronto da sua especialidade e use como está, duplique para ajustar, ou clique em criar e monte a ficha do zero.
- No atendimento, selecione qual ficha usar. Para a evolução, defina o modelo padrão por serviço e ele já vem escolhido.
Leva poucos minutos para sair de uma ficha genérica para a ficha da sua especialidade — com os campos que você realmente preenche e as escalas que você de fato usa.
Quer testar com os seus próprios casos? O Clinvo tem 14 dias grátis, sem cartão: crie sua conta e monte sua primeira ficha.