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Sistema com anamnese personalizável: o que dá (e o que não dá) para customizar

A pergunta que todo fisioterapeuta faz antes de trocar de sistema: dá para montar a MINHA ficha de avaliação, com os campos e escalas da minha especialidade? O que é realmente personalizável no Clinvo — e o que ainda não é, sem rodeio.

Quem pesquisa “sistema de fisioterapia com anamnese personalizável” quase nunca quer só um prontuário digital. Quer resolver uma frustração específica: ficar preso a uma ficha genérica — cheia de campos que você nunca preenche e sem os campos que a sua especialidade exige.

A fisioterapia pélvica precisa de histórico obstétrico e urinário. A neurológica precisa de tônus, Ashworth e função cognitiva. A traumato precisa de testes especiais e mecanismo de lesão. Uma ficha única para todas elas ou sobra campo inútil, ou falta o que importa.

A pergunta honesta, então, não é “esse sistema tem anamnese?” — quase todos têm. É: dá para montar a MINHA ficha? E, do outro lado: até onde vai essa personalização antes de virar promessa de marketing? Este guia responde os dois lados.

O que “personalizável” quer dizer de verdade

A palavra é usada para coisas bem diferentes. Vale separar os níveis antes de comparar qualquer sistema:

  1. Modelos prontos fixos — o sistema oferece algumas fichas, mas você não muda os campos. Útil, mas não é personalização.
  2. Edição de campos — você adiciona, remove e reordena campos de um modelo. Aqui começa a personalização real.
  3. Construção do zero — você cria uma ficha inteira da estaca zero, com os tipos de campo que quiser.
  4. Múltiplos modelos — você mantém várias fichas diferentes e escolhe qual usar em cada caso.
  5. Lógica condicional — campos que aparecem conforme a resposta (“se marcou sim, mostre estes campos”).

A maioria dos sistemas para no nível 1 ou 2. O que o fisioterapeuta de fato quer costuma ser o 3 e o 4 — construir do zero e ter um modelo por especialidade. É exatamente aí que o Clinvo opera.

O que dá para customizar no Clinvo

No plano Profissional ou superior, a anamnese e a evolução deixam de ser uma ficha fixa e passam a ser modelos que você controla:

  • Campos próprios: adicione, remova e reordene os campos. A ficha tem só o que você usa, na ordem em que você avalia.
  • 13 tipos de campo: texto curto e longo, escolha única, escolha múltipla, escala, tabela, lista, sim/não, data, número e outros. Cada campo é configurado por você.
  • Escalas clínicas de verdade: dor 0–10, Ashworth para tônus, força 0–5 (Oxford), Fitzpatrick na estética. Você define rótulos e valores — não fica preso a uma escala única.
  • Tabelas: monte, por exemplo, uma tabela de goniometria por movimento (flexão, extensão, abdução…) em vez de digitar tudo num campo de texto solto.
  • Um modelo por especialidade: tenha quantas fichas quiser e escolha qual usar em cada atendimento. A traumato com seus testes, a neuro com Ashworth e Oxford, a pélvica com o histórico que ela pede.
  • Modelos prontos para acelerar: o Clinvo já vem com fichas de Traumato-Ortopédica, Neurológica, Obstétrica, Quiropraxia e Estética. Use como estão, duplique para adaptar ao seu jeito, ou comece do zero.
  • Evolução também personalizável: o mesmo construtor vale para a evolução de cada sessão. E dá para vincular um modelo de evolução a um serviço, então ao registrar a evolução daquele atendimento a ficha certa já vem pré-selecionada.

Dois detalhes que costumam passar batido, mas mudam tudo na prática:

  • Nada muda para quem já usa. O recurso é opt-in: enquanto você não ativa, a ficha padrão SOAP continua igual. Ninguém é forçado a migrar.
  • Editar o modelo não reescreve o passado. A estrutura da ficha é congelada no momento do preenchimento. Se você melhorar o modelo daqui a três meses, as fichas já registradas permanecem como foram preenchidas — o histórico do paciente fica íntegro.

O que ainda NÃO dá — para ser honesto

Personalização total não é “tudo”. Para você não comprar esperando o que não existe ainda:

  • Lógica condicional construída por você (“se respondeu sim, mostrar estes campos”): o motor da ficha suporta campos condicionais, e alguns modelos prontos usam isso — mas o construtor visual ainda não deixa você criar essas regras sozinho. Você monta a ficha por seções e campos, não por árvore de decisão.
  • Mapa corporal com desenho (marcar a dor no boneco): está fora do escopo atual.
  • Autopreenchimento pelo paciente antes da consulta: a ficha é preenchida pelo fisioterapeuta durante o atendimento — no computador ou no celular (o Clinvo é instalável como app via navegador, sem loja de aplicativos). Não há, por ora, formulário de pré-consulta enviado ao paciente.

Se a sua necessidade for justamente um desses três pontos, melhor saber agora. Para a esmagadora maioria — campos próprios, escalas, tabelas e um modelo por especialidade — o Clinvo entrega.

Como começar

  1. Garanta que está no plano Profissional ou Clínica (a personalização é um recurso desses planos).
  2. Vá em Configurações › Fichas de Avaliação e ative o recurso.
  3. Escolha um modelo pronto da sua especialidade e use como está, duplique para ajustar, ou clique em criar e monte a ficha do zero.
  4. No atendimento, selecione qual ficha usar. Para a evolução, defina o modelo padrão por serviço e ele já vem escolhido.

Leva poucos minutos para sair de uma ficha genérica para a ficha da sua especialidade — com os campos que você realmente preenche e as escalas que você de fato usa.

Quer testar com os seus próprios casos? O Clinvo tem 14 dias grátis, sem cartão: crie sua conta e monte sua primeira ficha.

Perguntas frequentes

O Clinvo permite anamnese personalizada?
Sim. No plano Profissional ou superior você monta seus próprios modelos de ficha de anamnese — adiciona, remove e reordena campos, escolhe entre 13 tipos (texto, escolha única ou múltipla, escala, tabela, lista, sim/não, data, número e mais) e cria escalas clínicas como dor 0–10, Ashworth e força (Oxford). Também pode usar modelos prontos por especialidade e duplicá-los para adaptar. A evolução é personalizável da mesma forma.
Dá para ter uma ficha de avaliação diferente por especialidade?
Dá. Você pode ter quantos modelos quiser — um para traumato-ortopédica, outro para neurológica, outro para pélvica, e por aí vai — e escolher qual usar em cada atendimento. O Clinvo já vem com modelos prontos de Traumato-Ortopédica, Neurológica, Obstétrica, Quiropraxia e Estética para usar como estão, duplicar ou servir de ponto de partida.
Posso criar minhas próprias escalas e tabelas na ficha?
Pode. Além dos campos de texto, a ficha aceita escalas numéricas (como dor 0–10), escalas clínicas (Ashworth, força 0–5), tabelas (por exemplo goniometria por movimento) e listas. Você define os rótulos e os valores de cada campo no construtor visual.
Personalizar a ficha muda as anamneses que já preenchi?
Não. A estrutura da ficha é congelada no momento em que você preenche, então editar o modelo depois não altera nenhuma ficha já registrada. E o recurso é opt-in: enquanto você não ativa, tudo continua exatamente como está hoje, com a ficha padrão SOAP intacta.
Em qual plano está a ficha de avaliação personalizável?
No plano Profissional e no plano Clínica. No Essencial, a anamnese e a evolução seguem a ficha padrão SOAP, que cobre o que o COFFITO exige. A personalização é ativada em Configurações › Fichas de Avaliação.
O paciente preenche a anamnese antes da consulta?
Hoje não. A ficha de avaliação personalizável é preenchida pelo fisioterapeuta durante o atendimento, no computador ou no celular (PWA). Não há, por enquanto, formulário de pré-consulta enviado ao paciente para autopreenchimento.

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