R$89 por mês é o preço do plano Profissional do Clinvo. Antes de qualquer decisão, uma pergunta concreta: quanto você precisa recuperar para esse valor se justificar?
Não é uma questão filosófica sobre “vale a pena ter sistema”. É aritmética. Você tem um ticket médio, tem uma taxa de faltas, passa tempo em tarefas administrativas todo dia. O sistema interfere nos três. A conta mostra se o resultado cobre o investimento.
A conta das faltas
Esse é o número mais fácil de calcular — e o mais ignorado.
Um fisioterapeuta que atende 15 pacientes por semana realiza, em média, 60 sessões por mês. Com uma taxa de faltas de 15% — que é conservadora para quem não usa lembrete automático — são 9 sessões perdidas por mês.
Nem todas são recuperáveis. Mas parte sim: o paciente que faltou porque esqueceu, que teria ido se tivesse recebido um lembrete na véspera.
Se o lembrete automático do sistema evitar apenas 2 faltas por mês, com um ticket de R$80 por sessão, você recupera R$160. O plano custa R$89. Ponto de equilíbrio atingido com duas sessões a mais por mês.
Para um ticket de R$100: uma sessão e meia já paga o plano.
Isso sem contar o tempo que você para de gastar enviando lembretes manualmente — que é o próximo ponto.
A conta do tempo administrativo
Estimar quanto vale o seu tempo é desconfortável, mas necessário.
Se você atende 60 sessões por mês e cobra R$80 por sessão, sua hora clínica vale R$80 ÷ (duração média da sessão). Para sessões de 50 minutos, são aproximadamente R$96 por hora clínica.
Agora some o tempo administrativo da semana:
- Enviar lembretes manualmente: 20 a 30 minutos por semana
- Verificar quem pagou e quem está em aberto: 15 a 20 minutos por semana
- Responder mensagens de agendamento no WhatsApp e atualizar a agenda: 30 a 45 minutos por semana
Total conservador: 1 hora a 1h40 por semana em tarefas que não geram receita. São 4 a 7 horas por mês.
Você não vai converter esse tempo inteiro em sessões extras. Mas se converter metade — uma ou duas sessões adicionais que antes você não conseguia encaixar porque a semana estava sobrecarregada de admin — o sistema já se pagou pelo lado do tempo.
A conta da inadimplência visível
Esse é o custo que a maioria subestima porque é difícil de medir sem sistema.
Com WhatsApp e planilha, você sabe aproximadamente quem está devendo — mas não sabe com precisão. Um paciente que “vai pagar semana que vem” fica em aberto. Outro que pagou em dinheiro às vezes não entra na planilha. No fim do mês, a estimativa está sempre alguns pontos abaixo do real.
Com o sistema, cada agendamento tem um status de pagamento: pago ou em aberto. Você vê em segundos quem deve, quanto e desde quando. Não é uma estimativa — é o dado real.
A diferença prática: você passa a cobrar. Não porque ficou mais corajoso, mas porque o dado está na sua frente. Fisioterapeutas que passam a usar controle financeiro integrado costumam recuperar entre R$200 e R$400 por mês em pagamentos que antes ficavam esquecidos — não porque os pacientes não pagariam, mas porque ninguém cobrou.
Mesmo recuperando R$150 em inadimplência que antes escapava, o plano já se paga.
O que muda quando tudo funciona junto
O ganho real do plano não é uma linha de item — é a combinação dos três.
Menos faltas, menos tempo em admin, mais controle sobre pagamentos. Os três operam ao mesmo tempo, todo mês.
Uma fisioterapeuta que atende 15 pacientes por semana, com ticket de R$80, pode razoavelmente esperar:
- 2 sessões a menos perdidas por mês pelo lembrete automático: +R$160
- 1 sessão extra porque liberou tempo de admin: +R$80
- R$150 em pagamentos recuperados que antes ficavam em aberto: +R$150
Total: +R$390 por mês de impacto direto, contra R$89 de custo do plano.
Esses números não são garantia. São o cenário que se repete com mais frequência. O seu pode ser menor se você já tem uma rotina muito organizada — ou maior se a situação atual está longe do controle.
O que o plano não resolve
Nenhum sistema substitui carteira de pacientes. Se o problema é agenda vazia, o R$89 não resolve isso — e nenhum outro sistema resolve também.
O plano Profissional resolve problemas de gestão: tempo desperdiçado, faltas evitáveis, controle financeiro impreciso. Se esses problemas existem na sua rotina, a conta fecha. Se não existem, o sistema entrega pouco valor por enquanto.
Como verificar antes de assinar
A forma mais direta de saber se o plano se paga para você é usar os seus próprios números.
Pegue as últimas quatro semanas:
- Quantas sessões você perdeu por falta? Multiplique por 60% (estimativa conservadora de faltas evitáveis com lembrete) e pelo seu ticket.
- Quanto tempo você passou em tarefas administrativas por semana? Multiplique por 4 e veja se equivale a pelo menos uma sessão.
- Existe algum valor em aberto que está parado há mais de 30 dias?
Se a soma dos três supera R$89, o plano se paga. Se supera por uma margem confortável, o trial de 14 dias vai confirmar.
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